Ficha Técnica
- Ano: 2014
- Gênero: História, Drama
- Direção de Ridley Scott
- Roteiro de Adam Cooper, Bill Collage, Jeffrey Caine e Steven Zaillian
- Elenco (Destaque): Christian Bale (Moisés), Joel Edgerton (Ramsés II)
Opinião Pessoal
Êxodos é um filme surpreendente, principalmente pra quem gosta de história, ele facilmente vai lhe levar para o Antigo Egito, pois há uma valorização belíssima dos cenários, das construções, vestimentas e maquiagem. A produção do filme retrata toda imponência e beleza do império egípcio contrastando com toda a miséria e sofrimento do povo hebreu. Um filme visualmente muito bonito.
Êxodos descreve a fuga dos hebreus de uma forma bastante inusitada, a principio achei que seria uma história semelhante a "Troia" ou ao fracassado "Hércules: as guerras trácias", onde o esforço do homem e a grandeza dos seus feitos são vistos como milagrosos, uma vez que o nosso Moisés é apresentado como um general e guerreiro que gosta de guerras e não sofre remorsos pelos inimigos que mata.
Entretanto, não é o que observamos, a história acontece de uma forma bastante semelhante ao que contam as Sagradas Escrituras, só que de uma forma bem menos romântica. No meu vago entendimento, diretor e roteiristas quiseram agradar gregos e troianos, pois a figura de Moisés é retratada de uma forma mais de acordo com o posto que o ocupa na corte egípcia, mas sem deixar de lado a interferência divina na libertação do povo hebreu. O que mais me deixou intrigado é a forma como Deus haje neste filme. o Deus Hebreu de Êxodos é bem severo e vingativo, e diferentemente do que estamos acostumados a ver nesta história, Deus haje sozinho, e não por intermédio de Moisés, o que nos faz questionar de uma forma um pouco mais crítica: será que Moisés só estava no lugar certo e na hora certa? Ou a produção quis apenas mostrar que Deus haje de uma forma mais sútil do que pensamos... Enfim, fica a dúvida, mas o fato é que um Moisés fora de foco justifica a atuação tão modesta do Bale.
Ridley Scott é um diretor que já tem em seu currículo grandes produções faraônicas e Êxodos é de fato mais uma delas.
P.S. Adorei a forma com que Moisés vai sem desmilitarizado ao longo do filme, bem sutil e convincente.
Entretanto, não é o que observamos, a história acontece de uma forma bastante semelhante ao que contam as Sagradas Escrituras, só que de uma forma bem menos romântica. No meu vago entendimento, diretor e roteiristas quiseram agradar gregos e troianos, pois a figura de Moisés é retratada de uma forma mais de acordo com o posto que o ocupa na corte egípcia, mas sem deixar de lado a interferência divina na libertação do povo hebreu. O que mais me deixou intrigado é a forma como Deus haje neste filme. o Deus Hebreu de Êxodos é bem severo e vingativo, e diferentemente do que estamos acostumados a ver nesta história, Deus haje sozinho, e não por intermédio de Moisés, o que nos faz questionar de uma forma um pouco mais crítica: será que Moisés só estava no lugar certo e na hora certa? Ou a produção quis apenas mostrar que Deus haje de uma forma mais sútil do que pensamos... Enfim, fica a dúvida, mas o fato é que um Moisés fora de foco justifica a atuação tão modesta do Bale.
Ridley Scott é um diretor que já tem em seu currículo grandes produções faraônicas e Êxodos é de fato mais uma delas.
P.S. Adorei a forma com que Moisés vai sem desmilitarizado ao longo do filme, bem sutil e convincente.
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